Como o Planejamento Tributário Municipal Pode Aumentar a Arrecadação sem Criar Novos Tributos
- Primore Compliance
- 22 de ago.
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Em um cenário de restrições orçamentárias e aumento das demandas sociais, os municípios precisam encontrar soluções inteligentes para garantir equilíbrio fiscal. Uma dessas soluções é o planejamento tributário municipal: um conjunto de estratégias que permite aumentar a arrecadação própria sem a necessidade de instituir novos tributos, apenas qualificando os mecanismos já existentes.
O que é planejamento tributário municipal?É a prática de organizar, revisar e modernizar a gestão dos tributos locais (ISS, IPTU, ITBI, taxas e contribuições), buscando maior eficiência na arrecadação. Diferente da criação de novos impostos, ele se concentra em corrigir falhas, reduzir inadimplência e otimizar processos internos.
Principais estratégias que geram resultados:
Atualização cadastral – Municípios com cadastros imobiliários desatualizados perdem grande parte da arrecadação do IPTU e ITBI. A revisão periódica garante justiça fiscal.
Modernização tecnológica – Sistemas integrados e uso da NFS-e facilitam a fiscalização e o cruzamento de dados com órgãos estaduais e federais.
Combate à inadimplência – Programas de recuperação de crédito (como REFIS), protesto em cartório e comunicação ativa com contribuintes são alternativas eficazes.
Parcerias institucionais – Convênios com cartórios, Receita Federal e Estados fortalecem a capacidade de fiscalização e a segurança jurídica.
Capacitação das equipes – Investir em servidores técnicos atualizados garante que o município aplique corretamente a legislação e explore ao máximo seu potencial tributário.
A Primore Compliance entende que o planejamento tributário municipal é mais do que arrecadação: é uma ferramenta de autonomia financeira e gestão eficiente. Atuamos lado a lado com gestores para implementar diagnósticos, planos estratégicos e treinamentos que garantem aumento da receita própria com base na legalidade e no respeito ao cidadão.
Ao fortalecer o planejamento tributário, os municípios reduzem a dependência de transferências externas e ganham maior capacidade de investimento em políticas públicas. O segredo não está em criar novos tributos, mas em gestionar com inteligência os que já existem.

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